Fechamento de empresa americana reduz spam em 70%
de GustavoRocha.com | Quinta, 13 de Novembro de 2008
Investigação do ‘Washington Post’ levou a desligamento de serviço de hospedagem.
O fechamento de uma companhia de serviço de hospedagem de sites na internet que teria gangues de spam como clientes levou a uma redução drástica no envio deste tipo de e-mail, segundo uma empresa de segurança online.
Duas empresas americanas provedoras de internet bloquearam a companhia McColo depois de uma investigação do jornal Washington Post.
O jornal vinha levantando informações a respeito da McColo nos últimos quatro meses e passou estes dados para as companhias Global Crossing e Hurricane Electric. Na terça-feira, as duas companhias decidiram desligar a McColo de seus serviços.
Desde então, os níveis de spam caíram 70%, segundo a companhia de segurança online Ironport.
A McColo estaria hospedando gangues de botnets - redes formadas por diversos computadores com um programa chamado bot (ou “zumbi”), projetado para procurar informações pela internet como detalhes de contas bancárias e cartões de crédito, com pouca intervenção humana, e para enviar spam.
Segundo a empresa britânica MessageLabs, que trabalha com sistemas de segurança online, as botnets são responsáveis por mais de 90% dos spams enviados no mundo.
Temporário
Mas, de acordo com a Ironport, a queda no nível de envio de spam deve ser temporária.
“É uma queda sem precedentes, mas será um período de inatividade temporário, já que as redes se movem da América do Norte para locais onde existe menos vigilância”, disse Jason Steer, porta-voz da Ironport.
Steer afirma que as companhias de tecnologia estão lutando contra o problema do alto número de spam.
“As companhias de internet americanas estão sendo muito mais vigiadas. As autoridades e a comunidade da internet acordaram para o problema”, afirmou.
Mas, para Steer, os criminosos poderão passar a tomar mais cuidado com o que fazem, mas não irão parar.
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Emprego? O orkut pode queimar seu filme
de GustavoRocha.com | Quinta, 13 de Novembro de 2008
Dependendo do ramo de atuação de um profissional da área de tecnologia, não se pergunta se ele está em alguma rede social, mas sim de quantas comunidades virtuais ele participa. E num cenário de massificação do acesso a banda larga no Brasil, as consultorias de recrutamento têm investido numa nova forma- simples e barata – de avaliar o candidato a uma vaga: fuçar em seu perfil virtual.
É um mal necessário. Se você está, precisa tomar cuidado para não “queimar o seu filme” com a empresa. Se você não está, pode ser visto como um futuro anti-social low-tech na companhia, coisa que ninguém quer. Então, como se portar diante das muitas opções que as redes sociais oferecem?
Segundo o consultor Vladimir Valladares, da V2 Consulting, as armadilhas estão espalhadas por toda a rede e as pessoas que estão pleiteando vagas devem ficar atentas. Ele lembra que se o candidato tiver fotos comprometedoras ou mesmo pertencer a comunidades que vão contra os princípios da empresa, provavelmente ele será descartado.
Veja, agora, quais são as 7 dicas para não queimar seu filme em redes como orkut, LinkedIn e Facebook, publicada numa reportagem assinada por Max Gonzales, editor de TI da revista INFO:
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Câmara aprova projeto de lei mais rigoroso contra pedofilia na internet
de GustavoRocha.com | Terça, 11 de Novembro de 2008
A Câmara aprovou nesta terça-feira (11) o projeto de lei que estabelece punições mais rigorosas contra a pornografia infantil e crimes de abuso sexual envolvendo crianças e adolescentes na internet. A proposta já havia passado pelo Senado e segue agora para a sanção do presidente da República.
Por pressão dos provedores, os deputados incluíram uma emenda de redação que determina a notificação oficial dos sites com material pornográfico para que retirem o conteúdo do ar. Atualmente, os provedores podiam ser notificados por qualquer usuário que encontrasse indícios de pornografia infantil e crimes de abuso sexual.
O deputado Geraldo Resende (PMDB-MS), relator da proposta, disse que a mudança não enfraquece o projeto aprovado pelos senadores como resultado dos trabalhos da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Pedofilia. Mas reconheceu que a mudança no texto foi acatada para acelerar a sua votação na Câmara.
“O que acatamos é que os provedores devem ser notificados pelas autoridades competentes. Agora, para notificar um site, os usuários têm que procurar as instâncias oficiais. Para dar celeridade nesse processo, vamos dar instrumentos à polícia e ao Poder Judiciário para coibir o aumento da pedofilia na internet”, disse.
Ao comemorar a aprovação do projeto, Resende afirmou que o projeto iguala o Brasil aos países com legislações rigorosas contra crimes de pedofilia e pornografia infantil na internet. “O Brasil é o país que detém tecnologias mais avançadas na internet, mas não tinha uma legislação desenvolvida nesse setor”, afirmou.
Prisão
O projeto altera a redação de dois artigos do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) e prevê penas mais duras contra pessoas que venderem ou comprarem material de pedofilia na internet.
A nova proposta pune com prisão entre quatro e oito anos aquele que “produzir, reproduzir, dirigir, fotografar, filmar ou registrar, por qualquer meio, cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente”. A pena é a mesma para quem vender ou expor material do tipo.
Além disso, as modificações prevêem o aumento da pena em um terço se a pessoa estiver no exercício de cargo ou função pública, tiver relações doméstica ou ter parentesco até o terceiro grau com a vítima.
O documento aprovado pela Câmara também criminaliza –com pena de prisão de três a seis anos –quem oferecer, trocar ou divulgar material com pedofilia. Para quem adquirir, possuir ou armazenar, por qualquer meio, esse tipo de material a pena prevista é de um a quatro anos de prisão, podendo ser diminuindo em um ou dois terços se a quantidade do material for pequena.
O projeto determina que a expressão “cena de sexo explícito ou pornográfica” compreende qualquer situação que envolva criança ou adolescente em atividades sexuais explícitas ou insinuadas, ou a “exibição dos órgãos genitais de uma criança ou adolescente para fins primordialmente sexuais”.
Orkut
Na semana passada, o Google Brasil entregou à CPI da Pedofilia informações de mais de 18 mil páginas diferentes do Orkut, entre comunidades e perfis, sob a suspeita de conterem material com pornografia infantil. A quebra do sigilo desses perfis foi aprovada pela comissão em julho após denunciadas pela ONG Safernet.
Em abril deste ano, essas denúncias já haviam levado a CPI a quebrar o sigilo de 3.261 álbuns privados do Orkut, fazendo com que o Google, dono do site, tivesse de entregar logs de acesso e imagens às autoridades brasileiras. Após análise das fotos, a CPI chegou a 805 usuários acusados de manter imagens de pedofilia.
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Justiça proíbe divulgação de nome no orkut
de GustavoRocha.com | Terça, 11 de Novembro de 2008
Morador de MG alega ter sofriado ameaças após ter nome divulgado na internet
A Google Brasil Internet terá que impedir qualquer menção ao nome de L.A.F., adestrador de cães na cidade de Santa Rita do Sapucaí, sul de Minas, sob pena de R$ 1 mil diários. A decisão, em caráter liminar, é da 12ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais.
O adestrador ajuizou um pedido de liminar com o objetivo de impedir a Google Brasil de permitir qualquer menção a seu nome no site de relacionamentos Orkut, pois, segundo ele, a partir de meados de 2007, passou a ser ameaçado por terceiros. Ele alega que os ofensores o chamavam de “adestrador da morte” e perguntavam se ele adestrava cães com pontapés. Além disso, diziam que ele era “um ser irracional” e o perseguiam com uma moto e um carro, com freqüência.
A Google, em sua defesa, argumentou que não tem condições técnicas de atender ao pedido do adestrador. No entanto, o juiz Romário Silva Junqueira, da 1ª Vara Cível de Santa Rita do Sapucaí, acatou o pedido.
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Polícia detém suspeitos de criar página no Orkut para ironizar tragédia da TAM
de GustavoRocha.com | Sexta, 7 de Novembro de 2008
Policiais da Delegacia de Meios Eletrônicos do Deic (Departamento de Investigações sobre Crime Organizado) detiveram nesta sexta-feira (7), em São Paulo, dois adolescentes suspeitos de montar uma página no Orkut para ironizar a tragédia com o vôo 3054 da TAM.
O Airbus-A320 se acidentou no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, em julho do ano passado –199 pessoas morreram.
De acordo com o Deic, os garotos têm 13 anos e 16 anos de idade, são primos e moram na zona norte de São Paulo. Eles são suspeitos de abrir uma comunidade no Orkut ofensiva às vítimas, divulgar fotos e criar textos sobre a tragédia. Os jovens foram identificados após investigação policial. A página foi tirada do ar.
Procurado pela reportagem, o Google informou que não “comenta casos individuais, mas retira do ar perfis e comunidades sempre que recebe uma denuncia e verifica que os perfis ou comunidades violam os termos de uso do Orkut”.
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Paquistão estabelece pena de morte para ciberterrorismo
de GustavoRocha.com | Quinta, 6 de Novembro de 2008
Presidente Asif Ali Zardari promulgou lei nesta quinta-feira (6). Alvo são pessoas que ‘ameacem segurança nacional via computador’.
O presidente do Paquistão, Asif Ali Zardari, promulgou nesta quinta-feira (6) uma lei que pune com a morte crimes de ciberterrorismo.
A lei será aplicada a qualquer um que cometer um crime que ameace a segurança nacional via uso de computador ou qualquer outro dispositivo eletrônico, informou o governo.
“Quem cometer um crime de ciberterrorismo e causar a morte de qualquer pessoa será punido com a morte ou prisão perpétua”, segundo cópia da lei publicada pela agência estatal de notícias APP.
A lei pode ser aplicada a paquistaneses ou estrangeiros que vivem no país ou no exterior. A legislação define ciberterrorismo como o acesso a uma rede de computadores ou sistema eletrônico por alguém que em seguida “promove ou tenta promover um ato terrorista”.
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Reafirmada inconstitucionalidade da videoconferência
de GustavoRocha.com | Quarta, 5 de Novembro de 2008
Após a decisão da última quinta-feira (30), quando o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu a inconstitucionalidade de uma lei paulista que regulamentava o uso de videoconferência para interrogatório de réus, a Primeira Turma aplicou o mesmo entendimento e concedeu um Habeas Corpus (HC 91859) para M.J., que responde a processo criminal na justiça paulista por suposta tentativa de roubo.
O julgamento ocorreu na tarde de ontem (4). A defesa de M.J. afirma que, por conta da videoconferência, seu cliente estaria sendo impedindo de exercer o direito de autodefesa, por violação do direito de presença a todos os atos do processo. O habeas corpus pedia a anulação do interrogatório realizado por meio desse sistema eletrônico.
De acordo com o relator, ministro Carlos Ayres Britto, o uso de videoconferência para ouvir o réu afronta várias garantias constitucionais, como a ampla defesa e o contraditório. O interrogatório é um momento máximo da autodefesa, é a oportunidade que réu tem “para sair em socorro de si mesmo”, sustentou o ministro.
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